segunda-feira, 23 de março de 2026

CONFIRA O CARTAZ OFICIAL DE ‘ECLIPSE’, DE DJIN SGANZERLA, QUE ESTREIA NOS CINEMAS BRASILEIROS EM 7 DE MAIO

 

CONFIRA O CARTAZ OFICIAL DE ‘ECLIPSE’, DE DJIN SGANZERLA, QUE ESTREIA NOS CINEMAS BRASILEIROS EM 7 DE MAIO

Thriller foi selecionado para o 33rd San Diego Latino Film Festival

ECLIPSE, novo longa-metragem de Djin Sganzerla, é um thriller de atmosfera sensorial e muito simbolismo, que retrata as camadas invisíveis da violência contra a mulher a partir do encontro entre ciência, ancestralidade e intuição. Confira o pôster oficial do longa que chega aos cinemas em 07 de maio.

Produzido pela Mercúrio Produções, com co-distribuição da Pandora e patrocínio do BNDES e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, o longa foi selecionado para a 33ª edição do San Diego Latino Film Festival, onde terá exibições a partir de 21 de março, integrando a programação dedicada ao cinema latino contemporâneo.

Na trama, acompanhamos Cleo, uma astrônoma de 43 anos, grávida e emocionalmente fragilizada, surpreendida pela visita de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. O encontro revela segredos sombrios e desperta memórias fragmentadas em Cleo, levando as duas mulheres a investigações obscuras. Entre ciência e ancestralidade, razão e intuição, surge um elo inesperado que transforma as duas irmãs. O longa conta com elenco formado por Djin Sganzerla, Sergio Guizé, Lian Gaia, Selma Egrei, Helena Ignez, Luís Melo, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce, Pedro Goifman e Julia Katharine.

“Ao tratar da relação entre mulheres e do convívio entre pessoas de diferentes origens, o filme Eclipse reflete questões essenciais para o Brasil de hoje. O BNDES tem um compromisso permanente com diversidade e se alegra de apoiar produções com narrativas que refletem a pluralidade do Brasil”,  comenta Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

O olhar da cineasta Djin articula delicadeza e contundência para expor a cultura patriarcal sem recorrer à espetacularização da dor. Como define a filósofa Marcia Tiburi, este é “um filme que trabalha com desmistificações do sistema patriarcal de um modo muito sutil: a enganação do amor romântico, a farsa do marido e da família perfeita, a casa apresentada como um território perigoso no qual a maternidade pode ser uma armadilha, um ensaio visual sobre a sororidade, entrelaçando estética e política”, no qual a união entre mulheres surge como força vital para enfrentar estruturas opressoras.

A diretora explica que ECLIPSE nasceu da necessidade de dar forma a um sentimento de suspensão e atravessamento, motivada por seu interesse profundo pelo universo feminino: “O que move as mulheres, como elas sentem e compreendem o mundo, e como o mundo as enxerga. Quanto mais mergulho nesse universo, mais me apaixono. Este roteiro não poderia abordar outro tema senão o protagonismo feminino”.

 

SINOPSE
Grávida, a astrônoma Cleo é surpreendida pela chegada de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. A convivência entre as duas reacende memórias perturbadoras e as conduz a uma jornada humana surpreendente, que as leva a camadas sombrias da deep web.

 

FICHA TÉCNICA
Direção:
 Djin Sganzerla
Roteiro: Djin Sganzerla e Vana Medeiros
Produção: Djin Sganzerla
Consultoria de Roteiro: Aleksei Abib
Contribuição no Roteiro: Marcos Arzua
Elenco: Djin Sganzerla, Sergio Guizé, Lian Gaia, Selma Egrei, Helena Ignez, Luís Melo, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce, Pedro Goifman e Julia Katharine
Direção de Fotografia: André Guerreiro Lopes
Direção de Arte e Figurino: João Marcos de Almeida
Montagem: Karen Akerman, edt e Karen Black, edt
Som: George Saldanha, ABC
Trilha Sonora Original: Gregory Slivar
Desenho de Som e Mixagem: Edson Secco
Produção Executiva: Vitor Cunha
Direção de Produção: Roberta Cunha
Direção de Elenco (Casting): Patricia Faria
Pós-Produção: Clandestino
Produção: Mercúrio Produções
Criação de Trailer: Movietrailer
Assessoria de Imprensa: Sinny Assessoria e Comunicação.

 

SOBRE DJIN SGANZERLA
Djin Sganzerla é diretora, atriz, roteirista e produtora de cinema. Iniciou sua carreira como atriz, trabalhando com alguns dos mais respeitados cineastas do país e recebendo diversos prêmios, entre eles o APCA de Melhor Atriz de Cinema. Roteirizou, dirigiu e atuou em “Mulher Oceano” (2020), seu primeiro longa-metragem como diretora, filmado no Japão e no Rio de Janeiro. O filme recebeu 15 prêmios nacionais e internacionais, incluindo três de Melhor Filme e três de Melhor Direção, e foi exibido nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. Mulher Oceano teve lançamento comercial no Brasil e em Portugal. Pelo filme, Djin foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Primeira Direção e ao Prêmio da Associação Brasileira de Autores Roteiristas - ABRA, pelo roteiro. Em 2022, dirigiu e roteirizou, ao lado de André Guerreiro Lopes, o curta-metragem Antes do Amanhã. A obra recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio de Melhor Fotografia, sendo exibida em festivais como o 33º Festival Internacional de Curtas de São Paulo e o Beijing International Short Film Festival. É sócia da Mercúrio Produções, produtora fundada em 2001, com mais de 30 longas-metragens em seu currículo. Djin é filha dos cineastas Rogério Sganzerla e Helena Ignez. Eclipse é seu segundo longa-metragem como diretora, filmado em São Paulo e no Pantanal.

SOBRE A MERCÚRIO PRODUÇÕES

Fundada em 2001 por Helena Ignez, Djin Sganzerla e Sinai Sganzerla, a Mercúrio Produções tem mais de trinta filmes em sua trajetória cinematográfica. Além das produções audiovisuais realizadas por suas  fundadoras, é responsável por toda a obra cinematográfica do cineasta Rogério Sganzerla. Entre alguns dos filmes da produtora estão: “A Mulher de Todos” (1969), restaurado em 2025 em 4K; “Documentário” (1966) primeiro curta-metragem de Rogério e o longa-metragem “Abismu” (1977), exibidos em 2023 no 76° Festival de Locarno, Suíça, na sessão dedicada aos mestres do cinema mundial Histoire(s) du Cinéma; “Praia da Saudade” (2024), narração de Sonia Guajajara e Sidarta Ribeiro, lançado nos cinemas e exibido em festivais; “A Alegria é a Prova dos Nove” (2023), com Ney Matogrosso no elenco, estreou na Mostra Tiradentes, exibido na Alemanha no 40th Filmfest München e outros festivais, “Mulher Oceano” (2020), vencedor de quinze prêmios, entre eles Melhor Filme no Porto Femme International Film Festival, Portugal, lançado comercialmente no Brasil e em Portugal; “A Mulher da Luz Própria” (2019) exibido no 41º Festival Internacional de Havana, Cuba, SANFIC 16 - Santiago International Film Festival, entre outros festivais e premiações; “O Desmonte do Monte”, exibido em competição no 31º Cinélatino, Rencontres de Toulouse na França, sendo o único documentário brasileiro em competição; “Luz Nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha” (2012) com Ney Matogrosso no papel principal, na competição principal do Festival de Cinema de Locarno, Suíça; “Copacabana Mon Amour” (1970, restaurado em 2013); “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), considerado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, eleito  pela Wellington Film Society, na Nova Zelândia, como um dos melhores filmes realizados no século 20. Continua sendo exibido em inúmeros festivais internacionais e mostras na Europa, Ásia e EUA, como também em importantes museus como Tate Modern em Londres e no MOMA, em Nova York. Entre outros filmes.

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