sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O Mágico de Oz chega ao Teatro VillaLobos com seis apresentações em março

 

O Mágico de Oz chega ao Teatro VillaLobos com seis apresentações em março

Musical une tecnologia de última geração, projeções imersivas e efeitos especiais em uma experiência para toda a família

Baseado no clássico de L. Frank Baum, O Mágico de Oz chega ao Teatro VillaLobos, em São Paulo, para seis apresentações em março, aos sábados e domingos. O espetáculo celebra três anos de estreia e já encantou mais de 60 mil pessoas, reunindo uma narrativa atemporal sobre coragem, amizade e autodescoberta com uma montagem pensada para emocionar públicos de diferentes gerações.


Com uma proposta que combina teatro musical, recursos modernos e linguagem acessível, a produção convida crianças, jovens e adultos a mergulharem no universo de Oz. O público acompanha uma jornada que reforça valores humanos, como empatia e superação, em uma experiência que busca ser acolhedora e inspiradora do começo ao fim.


Entre os destaques desta montagem estão o uso de tecnologia de última geração, com projeções imersivas e efeitos especiais, que ampliam o encantamento e transformam a cena em uma vivência visual e sensorial. A ideia é aproximar o público do teatro musical com alto padrão técnico e artístico, valorizando a arte e os artistas brasileiros.


O espetáculo também se propõe a ser um ambiente de acolhimento, incluindo para pessoas dentro do espectro autista, que podem encontrar nas cores, sons e no ritmo da apresentação uma atmosfera de tranquilidade e bem-estar, despertando emoções positivas e momentos de calma.


Mais do que uma apresentação, O Mágico de Oz é um convite para viver uma jornada de sonhos e magia, redescobrir o poder do coração, da coragem e da sabedoria, e sair do teatro acreditando um pouco mais no impossível.


Sobre o Teatro VillaLobos

Localizado na Zona Oeste de São Paulo, no quarto andar do centro comercial Shopping VillaLobos, o Teatro VillaLobos conta com 717 lugares distribuídos entre plateias inferior e superior, palco com mais de 10 metros de profundidade e 24 metros de largura, foyer espaçoso com cafeteria e um rooftop que proporciona uma vista espetacular da cidade. Desenhado pelo arquiteto Carlos Bratke (1942-2017), o teatro possui projetos de acústica e cenotécnica que empregam materiais e equipamentos de ponta, tornando a experiência dos espectadores algo inesquecível. A programação do Teatro VillaLobos conta com espetáculos teatrais adultos e infantis e grandes produções. Durante a semana o palco é ocupado com shows musicais e apresentações de stand-up comedy, além de eventos corporativos.


SERVIÇO - O MÁGICO DE OZ

Datas: 14/03 a 29/03

Horários: Sábados às 16h, domingos às 14h

Local: Teatro Villa Lobos

Endereço: Av. Drª Ruth Cardoso, 4777 - Jardim Universidade Pinheiros - São Paulo/SP

Duração: 1 hora e 10 minutos

Classificação etária: Livre


SETORES E PREÇOS

Plateia Premium: R$70,00 meia entrada e R$140,00 inteira

Plateia Gold: R$60,00 meia entrada e R$120,00 inteira

Plateia Silver: R$50,00 meia entrada e R$ 100,00 inteira

Balcão: R$40,00 meia entrada e R$80,00 inteira


INGRESSOS

Sem taxa de conveniência:

Atendimento presencial: Toten de vendas no Shopping Villa Lobos (4º piso), ou na bilheteria do Teatro Villa Lobos (nos dias do espetáculo, 3h antes do horário do espetáculo até o início da apresentação)

Com taxa de conveniência: www.sympla.com.br

Selton Mello anuncia novo projeto internacional no cinema: “I Don’t Even Know Who I Was” (“Eu Não Sei Quem Fui”), em parceria com a premiada produtora francesa Les Valseurs

 

Selton Mello anuncia novo projeto internacional no cinema: “I Don’t Even Know Who I Was” (“Eu Não Sei Quem Fui”), em parceria com a premiada produtora francesa Les Valseurs


Filmado em Paris, em 35mm, o longa é escrito e dirigido por João Paulo Miranda Maria, cineasta celebrado na Seleção Oficial de Cannes em 2020
 

Crédito: Maurício Nahas

Selton Mello anuncia seu novo projeto internacional no cinema: “I Don’t Even Know Who I Was”, (“Eu Não Sei Quem Fui”), longa-metragem que marca mais um passo ousado e autoral em sua trajetória como um dos principais atores e cineastas do Brasil. O filme é protagonizado por Selton e dirigido por João Paulo Miranda Maria, diretor visionário do cinema brasileiro contemporâneo, presente na prestigiada Seleção Oficial do Festival de Cannes em 2020.

 

O projeto nasce de uma colaboração profundamente pessoal entre Selton, João e a premiada produtora francesa Les Valseurs — vencedora do prêmio de Melhor Filme na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025 com o filme chileno “The Mysterious Gaze of the Flamingo”.

 

Internacionalmente aclamado por sua atuação em “Ainda Estou Aqui", de Walter Salles, Selton agora se une a João Paulo em um filme que aposta na força da imagem analógica e na potência emocional de uma narrativa íntima.

 

“Estou sempre em busca de projetos que me lembrem por que sou um apaixonado pelo cinema”, afirma Selton Mello. “Aqui em Paris, encontrei os parceiros perfeitos para dar vida a esse poema febril — uma delicada meditação sobre o luto e o próprio cinema. Uma experiência única, falada em quatro línguas, um desafio apaixonante. João Paulo é um dos cineastas mais talentosos que conheci nos últimos anos, e a Les Valseurs é uma produtora com um instinto raro para filmes movidos por uma força criativa pulsante.”
 

Os produtores Justin Pechberty e Damien Megherbi destacam a força desse encontro artístico: “Há muito admiramos o trabalho de Selton Mello, tanto como ator quanto como cineasta. Nos sentimos honrados pela confiança que ele deposita no audacioso projeto de João Paulo Miranda Maria — um filme que vai na contramão de uma era saturada de imagens digitais.”

 

Sobre Selton Mello

Selton Mello é uma das forças criativas mais celebradas e versáteis do Brasil — ator, diretor e roteirista com mais de quatro décadas de carreira no cinema e na televisão.

  • Em 2024, estrelou "Ainda Estou Aqui", primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional.
  • Em 2025, fez sua estreia em Hollywood em “Anaconda", dirigido por Tom Gormican, ao lado de Jack Black e Paul Rudd.
  • Em 2026, fará sua estreia em língua espanhola em “La Perra", dirigido pela chilena Dominga Sotomayor.

Membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Selton continua expandindo sua presença internacional enquanto contribui para moldar a narrativa audiovisual brasileira contemporânea.
 

Sobre a Les Valseurs

Les Valseursé uma produtora e distribuidora independente francesa fundada por Damien Megherbi e Justin Pechberty, dedicada a um cinema autoral ousado, de alcance internacional, além de séries inovadoras.

Em 2025, a empresavenceu o prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannescom

“The Mysterious Gaze of the Flamingo", que posteriormente representou o Chile no Oscar e recebeu reconhecimento internacional, incluindo indicações ao Goya. No mesmo ano, Les Valseurs recebeu o Prêmio SACD na Semanada Crítica de Cannes por “Sleepless City", de Guillermo Galoe, e produziu “Militantropos”, do coletivo ucraniano Tabor, selecionado para a Quinzena dos Diretores.

Sua série mais recente, “Samuel", de Émilie Tronche — fenômeno animado da ARTE com 50 milhões de visualizações — estreou na Netflix em 5 de fevereiro.

Entre seus títulos recentes ligados ao Brasil estão:

  • “Heartless”de Nara Normande e Tião (Selecionado para a Competição Orizzonti no Festival de Veneza de 2024);
  • “The French Teacher”,de Ricardo Alves Jr., com Grace Passô,atualmente em pós-produção;
  • “Copan”, de CarineWallauer (Melhor Documentário no Festival É Tudo Verdade em 2025)
  • “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli (curta selecionado para a Semanada Crítica, no Festivalde Cannes 2025)

A Les Valseurs segue fortalecendo pontes criativas entre Europa e América Latina, com atenção especial ao cinema brasileiro contemporâneo.
 

Sobre o diretor João Paulo Miranda Maria

João Paulo Miranda Maria é uma das vozes mais singulares de sua geração no cinema brasileiro. Vive há oito anos em Montreuil, na França.

  • Seu longa de estreia, “MemoryHouse”, entrou na Seleção Oficialdo Festival de Cannes em 2020.
  • Seu curta “The Girl Who Danced with the Devil" recebeu Menção Especial no Festival de Cannes em 2016.
  • “Meninas Formicida" integrou a competição Orizzonti em Veneza em 2017, consolidando sua linguagem visual e narrativa única.

Com “I Don’t Even Know Who I Was” (“Eu Não Sei Quem Fui”), o diretor aprofunda sua investigação sobre memória, luto, fragmentação, deslocamento e identidade — por meio de uma abordagem radicalmente sensorial do fazer cinematográfico.


A História do Som: Novo filme de Oliver Hermanus aprofunda sua investigação sobre amor e identidade

 


A História do Som: Novo filme de Oliver Hermanus aprofunda sua investigação sobre amor e identidade
Exibido na competição oficial do Festival de Cannes, longa com Paul Mescal e Josh O’Connor chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro.

Reconhecido por construir retratos sensíveis e profundos sobre desejo, identidade e pertencimento, o cineasta sul-africano Oliver Hermanus apresenta em A História do Som mais um capítulo marcante de sua filmografia dedicada a personagens à margem das narrativas tradicionais. Exibido na competição oficial do Festival de Cannes, o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.

Ambientado em 1917, A História do Som acompanha Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor), dois estudantes de música que se conhecem no Conservatório de Boston e se aproximam pelo amor em comum pela música folk norte-americana. Anos depois, eles partem juntos para uma jornada pelo interior do estado do Maine com o objetivo de registrar canções tradicionais que correm o risco de desaparecer. Ao longo da viagem, a conexão entre os dois se transforma em um envolvimento afetivo profundo — vivido com delicadeza, silêncio e intensidade contida.

O filme dialoga diretamente com temas recorrentes na obra de Hermanus, como a vivência do desejo em contextos de repressão social e a construção da intimidade em ambientes hostis. Desde “Beleza Arrebatadora", vencedor da Queer Palm em Cannes, passando por “Moffie", indicado ao BAFTA®, o diretor tem se destacado por narrativas que exploram identidades LGBT+ de forma humanizada e longe de estereótipos. Em A História do Som, esse olhar se expande para um romance atravessado pelo tempo, pela memória e pela música.

Baseado nos contos ‘The History of Sound’ e ‘Origin Stories’, do escritor norte-americano Ben Shattuck — que também assina o roteiro —, o longa transforma a música em elemento central da narrativa. As canções coletadas pelos personagens funcionam como registros de histórias pessoais e coletivas, ampliando o sentido da jornada e reforçando o cinema de Hermanus como um espaço de escuta e preservação da memória.

A dupla protagonista foi amplamente elogiada pela crítica internacional. O Screen Daily descreveu as atuações como “discretas e fascinantes”, destacando a química entre Mescal e O’Connor. O elenco conta ainda com o vencedor do Oscar® Chris Cooper. A recepção calorosa em Cannes consolidou A História do Som como um dos trabalhos mais maduros e sensíveis da carreira do diretor.

Depois de passar pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, A História do Som estreia em circuito nacional no dia 26 de fevereiro, reafirmando Oliver Hermanus como uma das vozes mais consistentes do cinema contemporâneo ao retratar afetos, silêncios e histórias que resistem ao tempo.


Sinopse:
Em 1917, Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor) se conhecem no Conservatório de Boston, unidos pelo amor à música folk. Anos depois, eles se reencontram e partem juntos em uma viagem pelo interior do Maine para registrar canções tradicionais de ex-soldados da Primeira Guerra. Durante essa jornada que transformará suas vidas para sempre, eles descobrem que compartilham muito mais do que a paixão pela música.

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