Três livros para entender como raça, classe e tecnologia redesenham as desigualdades no Brasil
Três livros para entender como raça, classe e tecnologia redesenham as desigualdades no Brasil Diálogos Editora estreia com obras sobre racismo algorítmico, alfabetismo digital e desigualdade no acesso ao tempo; novo selo nasce da experiência de mais de três décadas da Ação Educativa Quem tem direito ao tempo? Quem consegue navegar com autonomia por um país que transferiu parte de seus serviços, relações de trabalho e direitos para as telas? E o que acontece quando algoritmos desenvolvidos em sociedades racialmente desiguais passam a interferir no que vemos, consumimos e acessamos? É colocando questões como essas no centro do debate que a Diálogos Editora chega ao mercado editorial brasileiro. Criada a partir da experiência de mais de três décadas da Ação Educativa, a nova casa estreia com três livros que aproximam tecnologia, educação, raça, classe, trabalho e democracia. O catálogo inaugural reúne “Urgente é gente: estamos vivendo se estamos sempre correndo?” , de Michelle Pra...