ACLAMADO MUSICAL JÁ ASSISTIDO POR MAIS DE 82 MIL PESSOAS CHEGA ÀS ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES EM SÃO PAULO
Com diversas sessões esgotadas, o espetáculo que é sucesso de público fica em cartaz até o dia 26 de maio em São Paulo, no Teatro Santander, localizado dentro do Complexo JK Iguatemi
Depois, o espetáculo segue para um final de semana de apresentações no Rio de Janeiro, no dia 31 de maio, sexta-feira, às 21h; sábado, às 17h e às 21h e domingo às 16h e 20h, no Vivo Rio
O musical marca a volta de Claudia Raia aos palcos é 100% nacional e aborda vida, obra e influência de Tarsila do Amaral na cultura
Os ingressos para as últimas sessões estão à venda na internet (www.sympla.com.br) e na bilheteria oficial do Teatro Santander
A temporada de Tarsila, a Brasileira está chegando ao fim. Com inúmeras sessões esgotadas, o espetáculo já foi assistido por mais 82 mil pessoas e marcou a volta de Claudia Raia aos palcos em um dos projetos mais importantes de sua carreira. A atriz protagoniza e produz o musical, que é 100% nacional e retrata a vida de Tarsila do Amaral, que com sua paleta de cores e inovação, mostrou a verdadeira face do Brasil, traduzindo a complexidade e a riqueza da cultura nacional para o mundo todo. A montagem, com texto e letras de Anna Toledo e José Possi Neto, que também assina a encenação e direção de arte, e direção musical de Guilherme Terra, traz ainda Jarbas Homem de Mello, dando vida a Oswald de Andrade. O espetáculo fica em cartaz no Teatro Santander, localizado no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo, somente até 26 de maio de 2024. Depois, ele é apresentado no Rio de Janeiro durante um único final de semana, no Vivo Rio, com cinco sessões, que acontecem: 31 de maio, sexta-feira, às 21h; sábado, às 17h e às 21h e domingo, às 16h e 20h. Os últimos ingressos para o espetáculo estão à venda na internet (www.sympla.com.br) e pela bilheteria oficial do próprio Teatro Santander (sem taxa de conveniência - Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041). Em São Paulo, as apresentações ocorrem todas as quintas e sextas-feiras, às 20h; sábados e domingos às 16h e 20h. “Tarsila, a Brasileira” é apresentado pelo Ministério da Cultura e Zurich Santander, patrocínio EMS e Santander Brasil, co-patrocínio Cristália, e apoio Banco Hyundai, Cacau Show e Comgás. A produção é da Rega Início Produções Artísticas, a idealização da Raia Produções e realização é da Oito Graus Produções. "Arte e cultura são fundamentais porque carregam nossa história, contam mais sobre nós, sobre nossa identidade coletiva”, diz Claudia Raia. “Tarsila do Amaral é a cara do Brasil. Com sua obra, ela mostra nosso potencial de criação, renovação e como é importante olhar o que veio antes, nem que seja para se alimentar daquilo e mostrar algo novo”. Num verdadeiro passeio pelo início dos anos 1900, o público terá contato com ícones, como Anita Malfatti (Keila Bueno), Mário de Andrade (Dennis Pinheiro) e Menotti del Picchia (Ivan Parente), que, com Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade, formaram o quinteto de modernistas que mudaram a história da arte brasileira. Além deles, completam o elenco de 23 atores cantores: Carol Costa (Dulce/ Pagu), Liane Maia (Dona Olívia Guedes Penteado), Reiner Tenente (Luís Martins /Blaise Cendras), Estela Ribeiro (ensemble/ Tarsila do Amaral alternante), e também André Luiz Odin (ensemble), John Seabra (ensemble/ Mário de Andrade cover), Fernanda Godoy (ensemble/ swing), Fernanda Salla (ensemble), Guilherme Terra (Ígor Stravinsky/ Maestro condutor), Marcos Lanza (Sr. Juca / cover Menotti Del Picchia), Marilice Cosenza (ensemble/ Anita Malfatti cover), Matheus Paiva (ensemble), Mirella Guida (ensemble), Carol Botelho (ensemble / Dulce/Pagu cover), Rafael Leal (ensemble), Renato Bellini (ensemble), Vanessa Costa (ensemble / Dona Olívia Guedes Penteado cover), Guilherme Pereira (ensemble / dance captain). Na equipe criativa de Tarsila - a Brasileira também estão Tony Lucchesi e Guilherme Terra (Músicas), Alonso Barros (Coreografia e Direção de Movimento), Renato Theobaldo (Cenário), Fabio Namatame (Figurino) e Dicko Lorenzo (Visagismo).
Crédito: Paschoal Rodrigues Para mais fotos em alta resolução, clique aqui
(30 de abril de 2024) A temporada de Tarsila, a Brasileira está chegando ao fim. Com inúmeras sessões esgotadas, o espetáculo já foi assistido por mais 82 mil pessoas e marcou a volta de Claudia Raia aos palcos em um dos projetos mais importantes de sua carreira. A atriz protagoniza e produz o musical, que é 100% nacional e retrata a vida de Tarsila do Amaral, que com sua paleta de cores e inovação, mostrou a verdadeira face do Brasil, traduzindo a complexidade e a riqueza da cultura nacional para o mundo todo. A montagem, com texto e letras de Anna Toledo e José Possi Neto, que também assina a encenação e direção de arte, e direção musical de Guilherme Terra, traz ainda Jarbas Homem de Mello, dando vida a Oswald de Andrade. O espetáculo fica em cartaz no Teatro Santander, localizado no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo, somente até 26 de maio de 2024. Depois, ele é apresentado no Rio de Janeiro durante um único final de semana, no Vivo Rio, com cinco sessões, que acontecem: 31 de maio, sexta-feira, às 21h; sábado, às 17h e às 21h e domingo, às 16h e 20h.
Os últimos ingressos para o espetáculo estão à venda na internet (www.sympla.com.br) e pela bilheteria oficial do próprio Teatro Santander (sem taxa de conveniência - Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041). Em São Paulo, as apresentações ocorrem todas as quintas e sextas-feiras, às 20h; sábados e domingos às 16h e 20h. “Tarsila, a Brasileira” é apresentado pelo Ministério da Cultura e Zurich Santander, patrocínio EMS e Santander Brasil, co-patrocínio Cristália, e apoio Banco Hyundai, Cacau Show e Comgás. A produção é da Rega Início Produções Artísticas, a idealização da Raia Produções e realização é da Oito Graus Produções.
“Arte e cultura são fundamentais porque carregam nossa história, contam mais sobre nós, sobre nossa identidade coletiva”, diz Claudia Raia. “Tarsila do Amaral é a cara do Brasil. Com sua obra, ela mostra nosso potencial de criação, renovação e como é importante olhar o que veio antes, nem que seja para se alimentar daquilo e mostrar algo novo”.
Num verdadeiro passeio pelo início dos anos 1900, o público terá contato com ícones, como Anita Malfatti (Keila Bueno), Mário de Andrade (Dennis Pinheiro) e Menotti del Picchia (Ivan Parente), que, com Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade, formaram o quinteto de modernistas que mudaram a história da arte brasileira.
Além deles, completam o elenco de 23 atores cantores: Carol Costa (Dulce/ Pagu), Liane Maia (Dona Olívia Guedes Penteado), Reiner Tenente (Luís Martins /Blaise Cendras), Estela Ribeiro (ensemble/ Tarsila do Amaral alternante), e também André Luiz Odin (ensemble), John Seabra (ensemble/ Mário de Andrade cover), Fernanda Godoy (ensemble/ swing), Fernanda Salla (ensemble), Guilherme Terra (Ígor Stravinsky/ Maestro condutor), Marcos Lanza (Sr. Juca / cover Menotti Del Picchia), Marilice Cosenza (ensemble/ Anita Malfatti cover), Matheus Paiva (ensemble), Mirella Guida (ensemble), Carol Botelho (ensemble / Dulce/Pagu cover), Rafael Leal (ensemble), Renato Bellini (ensemble), Vanessa Costa (ensemble / Dona Olívia Guedes Penteado cover), Guilherme Pereira (ensemble / dance captain).
Na equipe criativa de Tarsila - a Brasileira também estão Tony Lucchesi e Guilherme Terra (Músicas), Alonso Barros (Coreografia e Direção de Movimento), Renato Theobaldo (Cenário), Fabio Namatame (Figurino) e Dicko Lorenzo (Visagismo).
Sinopse A história começa com a chegada de Tarsila a São Paulo, em 1922, vinda da Escola de Artes de Paris, e seu encontro com os modernistas, que daria origem ao famoso Grupo dos Cinco (Tarsila, Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia) e seria o início de um tórrido romance entre ela e Oswald. A ação então passa pela efervescência e excessos dos modernistas, a vida entre São Paulo e Paris, o atribulado e concorrido atelier de Tarsila em Paris, frequentado pela nata artística da época (Pablo Picasso, Igor Stravinsky, Eric Satie, Jean Cocteau, entre outros), o “redescobrimento do Brasil” e as revoluções estéticas que culminaram no movimento Antropofágico e na criação do Abaporu, ponto máximo da colaboração artística entre Tarsila e Oswald. A segunda parte da história começa justamente com a Crise de 1929, quando Tarsila perde toda a sua fortuna e descobre a traição de Oswald com Pagu, jovem protegida do casal. Separada de Oswald e destituída de suas fazendas, Tarsila viaja para Moscou e dá início a sua fase de pinturas “sociais”, retratando os trabalhadores brasileiros. Tarsila é presa pela polícia de Getúlio Vargas, suspeita por atividades “revolucionárias” pelo simples fato de ter ido à Rússia. Acolhida e amparada pelos amigos, Tarsila então conhece seu último amor, o jornalista carioca Luis Martins, 24 anos mais jovem do que ela, com quem viveria por dezoito anos. Após a morte da sua filha e sua neta, da separação de Luís, e da morte de Mário, Anita e Oswald, Tarsila reflete sobre suas perdas e encontra consolo na espiritualidade – mais especificamente, na doutrina espírita de Chico Xavier. Numa epifania, Tarsila revela sua visão e renova sua convicção na Arte como possibilidade de transcendência e de encontro com as pessoas que amou e as pessoas que compartilharam do mesmo sonho, que se funde com a Retrospectiva da Semana de Arte Moderna, cem anos depois, numa grande consagração da Cultura brasileira.
EQUIPE CRIATIVA COMPLETA
Texto e Letras de Anna Toledo e José Possi Neto
Músicas: Guilherme Terra e Tony Lucchesi Encenação e Direção de Arte: José Possi Neto Coreografia e Direção de Movimento: Alonso Barros Direção Musical: Guilherme Terra Cenário: Renato Theobaldo Figurino: Fábio Namatame Visagismo: Dicko Lorenzo
Produção: Rega Início Produções Artísticas Idealização: Raia Produções Realização: Oito Graus Produções
|
|
|
|
|
|
|
Comentários
Postar um comentário