Estreia HEROINAS DA HISTÓRIA - Infantil

 

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HEROÍNAS DA HISTÓRIA
 Estreia dia 03 de outubro no Teatro Ruth Escobar 

Quem foi Maria Felipa, Maria Quitéria, Aracy de Carvalho e Margarida Maria Alves?
Mulheres que fizeram história, guerreiras, fadas madrinhas e sementes.
Todas com um Super Poder.

O espetáculo infantil, HEROÍNAS NA HISTÓRIA, conta a história dessas mulheres que salvaram vidas, lutaram em batalhas e conquistaram direitos. Verdadeiras heroínas. No espetáculo é possível conhecer a história de maneira lúdica e divertida.

O grande livro de Histórias é aberto e as histórias de cada heroína são escritas, guiadas pela linha do tempo.

Começando com Maria Quitéria, uma mulher tão antiga que viveu no Brasil antes mesmo dele se chamar Brasil, e se tornou a primeira mulher no exército brasileiro lutando por independência.
Você saber o que quer dizer independência? 
A peça aborda o universo das heroínas, mulheres reais e notáveis. Faz ao espectador ter uma viagem e assim conhecer a vida de grandes mulheres brasileiras como: Margarida Maria Alves, Aracy de Carvalho, Maria Quitéria e Maria Felipa, mulheres que não aceitaram os lugares que lhes deram, criaram alternativas e buscaram a justiça, permite construir a autoestima de meninas e mulheres.
Demonstrar através do teatro que mulheres lutaram pela independência, combateram o nazismo, lutaram contra injustiças, é permitir que meninas e mulheres criem uma identidade de desenvolvimento de suas habilidades. E permitir aos meninos e homens uma identidade respeitosa em relação às mulheres. O que politicamente é um passo em direção a equidade de gênero e a diminuição das desigualdades sócio-econômico-culturais, o que favorece a todos.
Para o diretor Tato Fischer, “Revisitar as heroínas que Litta Mogoff abarcou para compor este trabalho da CIA Guarda Chuva, voltando-se para conhecer a efetiva participação do feminino na história, faz-nos ao menos perceber quanto a humanidade se desenvolveu a partir do que fizeram essas mulheres em sua existência”.
Segundo Michael Pollak em seus estudos sobre memória social, a memória é um fenômeno construído social e individualmente, é ligada fenomenologicamente pela memória e o sentimento de identidade. Isto é, a imagem que o indivíduo constrói de si próprio e também apresenta aos outros, para ser percebido da forma que deseja. A memória é algo construído, um selecionado de fatos. A memória também é constituída por pessoas, personagens, que se tornem conhecidas de um grupo mesmo que separados por séculos. Rememorar as personagens “Heroínas na História” é um projeto de resgate da memória social, resgate da participação de mulheres na história nacional e uma ferramenta para empoderamento. A memória é um elemento constituinte do sentimento de identidade. Assim, anular pouco a pouco a participação histórica dessas mulheres é uma maneira de diminuir as capacidades de todas as mulheres.
A Cia Guarda Chuva nasceu com a pesquisa voltada para educação e memória social. Iniciou sua pesquisa cênica e o projeto "Medéias e Jasões" em 2018. Realizando rodas de debate e pequenas cenas em audiovisual, publicadas na rede social Instagram. Em 2019 a pesquisa se voltou para o teatro infantil. Dessa pesquisa nasceu o espetáculo "Livro de Histórias" e em 2020 nasceu o espetáculo "Heroínas na história" que teve sua temporada presencial cancelada devido ao isolamento social decorrente da Covid-19. Realizando então curta temporada on line e algumas apresentações também on line. Vivendo em isolamento a Cia Guarda Chuva transformou sua pesquisa em um canal, com o objetivo de resgatar a memória social classista e feminina, o canal no Youtube "Guarda Chuva" Com mais de 60 vídeos curtos que contam a história de personalidades brasileiras que sofrem tentativas constante de apagamento histórico, como Dina de Oliveira, Madalena Caramuru e Maria Firmina dos Reis. O espetáculo "Heroínas na história" teve temporada on-line e realizou apresentações on line, uma delas pela Casa de Cultura Cidade Ademar. Também foi desenvolvido pela Cia Guarda Chuva o jogo TRIUNFO, um jogo de cartas que conta com ilustrações de 32 mulheres brasileiras que marcaram a história. 17 Cia Guarda Chuva
 
 Heroínas na História
Teatro Ruth Escobar (300 lugares)
Rua dos Ingleses 209 -  Bela Vista
Bilheteria sábados e domingos a partir das 14h
Telefone: 32843382
Estreia dia 03 de outubro
Domingos às 16h
Temporada até 31 de outubro
Classificação: Livre
Duração: 45 minutos
Ingressos: R$ 50,00
Vendas on line:
https://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=115963
Ingresso antecipado R$25,00
Ingresso com kit jogos R$50,00


 
Ficha Técnica
Curadoria e Pesquisa: Cia Guarda Chuva
Roteiro: Litta Mogoff
Direção: Tato Fischer
Cenário: Enio Cunha
Figurinos: Laura Alves
Produção: Cia Guarda Chuva
Trilha sonora: Enio Cunha
Elenco: Litta Mogoff
Ilustrações: Tamires Moura
Canção: Letícia Leal
Assessoria de Imprensa: Beth Gallo e Thais Peres

 
 Diretor – Tato Fischer 
 
Ator, cantor e compositor Professor de canto especializado em voz para o Teatro Preparou inúmeros elencos para cantar e falar melhor no palco É também Mágico. Formado em piano pelo Conservatório Musical de Lins Bacharelado e com licenciatura em Psicologia pela PUC de São Paulo Pós-graduado em Artes Cênicas pela Uni São Judas Integrou o Secos e Molhados; Atualmente dá aulas de canto, música e mágica Dirige o Grupo Vocal Amídalas Cantantes, de Santo André, há 26 anos. Em 2018 lançou o álbum Branca Bandeira, disponível nas plataformas digitais. De 2006 a 2017 transmitiu o programa Um Canto de Luz, através da Rádio/TV PAX. Prêmio Mambembe de Diretor de Teatro Infantil, por Dom Chicote Mula Manca, de Oscar Von Pfuhl em 1978. Prêmio APCA de Direção Musical com Wanderley Martins, por Foi Bom Meu Bem, de Luis Alberto de Abreu, em 1980.
 
 
Atriz e dramaturga – Litta Mogoff 
Produtora e atriz na Cia Guarda Chuva desde 2018; Atriz no espetáculo "Livro de Histórias" em 2018 em escolas particulares; Produtora e atriz na Cia Dois de teatro desde Fevereiro de 2019; Produtora no espetáculo GOMORRA sob direção de Jean Dandrah em 2019 Atriz no espetáculo GOMORRA com direção de Jean Dandrah em cartaz desde Setembro de 2019; Atriz em Grupo Ria com direção de José Paulo Rosa no espetáculo CAMPO GERAL desde Outubro de 2019; Vivência em set com Edgard Miranda em Agosto de 2019; Projeto de pesquisa cinematográfica AP43 com Nara Sakarê de Maio de 2018 a Maio de 2019; Professora de artes desde 2012 em ensino fundamental I e II e ensino médio em escolas particulares, municipais e ETECs; Atriz na Cia Ocamorana de teatro com direção de Márcio Boaro de fevereiro de 2016 a fevereiro de 2019 com os espetáculos: o “Coriolano” o “1924- A revolução esquecida" Leituras dramáticas no Sesc com direção de Roberto Ascar o “Censura em Cena” e “Liberdade em Cena” desde 2017; Atriz no Núcleo experimental do TUSP com direção de Rene Piazentinni de 2015 e 2016 com o espetáculo Senhor K Atriz na Cia Antropofágica de 2009 a 2014 realizando diversos espetáculos; Pós-graduada em 2016 em Psicologia Política pela USP (Universidade de São Paulo) ➢ Monografia: O teatro operário na cidade de São Paulo na primeira metade do século XX Formada em 2010 pela FPA (Faculdade Paulista de Artes) em licenciatura em educação artística com habilitação em artes cênicas; Formada atriz em 2007 pelo Teatro Escola Macunaíma. Workshop com Nara Sakarê “O ator no cinema” março de 2018; Treinamento para atores “Um mergulho na obra Gota d’água” com Georgete Fadel de 31 de Maio a 2 de Junho de 2017; Oficina “Sussurrar do fundo do mar” 30 horas com Julia Varley Novembro de 2016.

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