Nerina - a Ovelha Negra: Confira programação do último final de semana de apresentações online da peça
Seguindo para sua quarta, e última, semana de lives e bate-papos, a equipe de "Nerina, A Ovelha Negra" encerra esse ciclo de apresentações em streaming com convidados especiais. A iniciativa visou, além da exibição do premiado musical, propor um debate sobre assuntos envolvendo preconceito, inclusão social e temas relacionados à criação teatral. Confira abaixo a programação deste último final de semana, dias 12 e 13 de dezembro: 12/12 (apresentação vinculada ao Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso) 16h – vídeo do espetáculo Nerina – a ovelha negra 16h50 – bate-papo: Processos de criação no teatro para todas as idades – com Anie Welter (Cia Noz de Teatro, Dança e Animação), Cris Lozano (Cia La Leche), Guto Togniazzolo (multiartista, atuante em vários grupos teatrais) e Jackie Obrigon (Cia Bendita) Local de transmissão: https://www.facebook.com/ Sobre os convidados: No bate-papo os convidados, todos veteranos do teatro para todas as idades, irão debater sobre os processos criativos que desenvolvem em seus grupos, em espetáculos para crianças e jovens. 13/12 (apresentação vinculada ao Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso) 16h – vídeo do espetáculo Nerina – a ovelha negra 16h50 – bate-papo com integrantes do MOTIJ (Movimento do Teatro para as Infâncias e Juventude): Gira de Oliveira, José Geraldo Rocha e Rodrigo Andrade . Local de transmissão: https://www.facebook.com/ Sobre o MOTIJ: O MOTIJ surgiu em fevereiro de 2018 com o intuito de inventariar e protocolar a história do teatro para as infâncias e juventudes da cidade de São Paulo. Considerando a vasta e rica produção voltada para esse público, a contribuição de sua diversidade estética, dramatúrgica e de modos de produção, é objetivo do movimento criar um espaço democrático para o compartilhamento de ideias entre os coletivos que atuam na produção do teatro para crianças e jovens da cidade. ------------------------------ MARACUJÁ LABORATÓRIO DE ARTES CONFIRMA DATAS DAS EXIBIÇÕES ONLINE DO MUSICAL INFANTIL NERINA, A OVELHA NEGRA A ação, que estava prevista para acontecer presencialmente, agora acontece pela internet. Após cada exibição, a companhia promove bate-papos com criativos da peça como Fernanda Maia, Sidnei Caria e Michele Iacocca Crédito: Cacá Diniz. Para fotos em alta resolução, acesse: https://tinyurl.com/y3bvbpwn Baseada no livro homônimo do cartunista Michele Iacocca, a premiada opereta do grupo Maracujá Laboratório de Artes conta a história de Nerina, uma ovelha que é expulsa do rebanho apenas por ter a cor diferente das outras. Abordando a temática do preconceito racial através da atuação, música, manipulação de bonecos e recursos visuais, “Nerina, a Ovelha Negra” voltaria a ser apresentada presencialmente em São Paulo em 30 CEUs (Centros Unificados de Ensino) e cinco teatros distritais da capital. No entanto, a quarentena imposta pela pandemia do COVID -19 obrigou o grupo a adaptar o projeto para o formato online. A ação, batizada de “Circulação Nerina, a Ovelha Negra”, teve inicio de forma remota no último dia 9 de novembro através da oficina “Laboratório de Artes Maracujá”. O workshop, que segue até 11 de dezembro, desenvolve A segunda fase do projeto consiste em 10 apresentações em vídeo seguidos de bate-papos com os criativos em plataformas de streaming. A iniciativa visa, além da exibição do premiado musical, propor um debate sobre assuntos envolvendo preconceito e inclusão social. Agenda atualizada foi colocada no início deste press release. Uma terceira fase do projeto ainda está em preparação e envolve a produção e distribuição de CDs com músicas peça, DVDs da apresentação e uma publicação impressa com material para promover a mediação pedagógica entre professores e alunos da rede pública. Mais informações sobre essas iniciativas serão divulgadas em breve. Mais informações sobre “Nerina, a Ovelha Negra” “Educar para a igualdade racial é tarefa urgente e imprescindível para a construção da sociedade de amanhã.” História e Cultura Africana e Afro-Brasileira na Educação Infantil, 2014 Baseada no livro homônimo do cartunista Michele Iacocca, a premiada opereta com bonecos e atores do Maracujá Laboratório de Artes conta a história de Nerina, uma ovelha que é expulsa do rebanho só por ter uma cor diferente. Ao ir embora sozinha, ela acaba encontrando alguns lobos, que propõem usá-la como isca para atrair e devorar as ovelhas que a expulsaram, como forma de vingança. Mas Nerina vai provar que o ódio nunca é o melhor caminho, tomando uma decisão que mudará a vida de todas. O espetáculo, voltado para o público de todas as idades, tem como tema o racismo, que ainda persiste em existir em nossa sociedade, sendo urgente o desenvolvimento de ações que contribuam para reeducar o olhar de todos para mudar esta situação. Levar o tema ao teatro, portanto, foi a forma que o grupo encontrou para tentar fazer sua parte nesta luta. O espetáculo retoma a pesquisa sobre plasticidade visual na cena, utilizando o teatro físico e vídeo-cenários com puppet toys (que reproduzem os ambientes mostrados nas ilustrações do livro). Todas as músicas foram compostas pelo autor do livro, Michele Iacocca, e pelo diretor do espetáculo e também do Maracujá Laboratório de Artes, Sidnei Caria. Para os arranjos, foi chamada a diretora musical Fernanda Maia (de “Urinal – o musical”, “Carrossel – o musical”, “Chaves – um tributo musical”, entre outros), que propôs brincar com as diferenças culturais trazidas pelas culturas negra e caucasiana e seus desdobramentos, com referências a música clássica europeia, o reggae, o blues e misturas sonoras como o samba, a bossa nova e o choro, que revelam musicalmente nossa miscigenação cultural. São reconhecíveis clássicos da música erudita, como a valsa Danúbio Azul, de Strauss, a Nona Sinfonia de Beethoven, a Aleluia de Hendel, entre outras, em arranjos para violão executados pelo próprio elenco, que também utiliza o teclado, trombone de vara, caxixi e agogô em cena. Menções: 5 estrelas no Guia da Folha de São Paulo 4 estrelas na Veja SP Estadão, Revista Crescer, Globo Teatro e site Pecinha é a Vovozinha (Dib Carneiro Neto) recomendam. Prêmios: - Indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (melhor atriz – Bia Rezende) - Ganhador da categoria Melhor Espetáculo Infantil pelo 6º Prêmio Aplauso Brasil (júri técnico). - Ganhador do APCA 2017 para Fernanda Maia pela Direção Musical e para Marisa Bentivegna pela Iluminação (ambas pelo conjunto de suas obras, que incluem outros espetáculos de 2017) Editais e Festivais: Proac 2016 e 2017 (montagem e circulação) 10º Prêmio Zé Renato Alfa Criança 2017 Edital Território SESI-SP de Arte e Cultura Virada Cultural Circuito Cultural Paulista FIT Rio Preto (FIT 50) FENTEPP Ficha Técnica Espetáculo baseado no livro ilustrado original de Michele Iacocca Adaptação, Concepção e Direção: Sidnei Caria Direção Musical, trilha sonora e arranjos: Fernanda Maia Assistência de Direção: Camila Ivo e Lucas Luciano Assistente de Direção Musical: Ronaldo Liano Elenco: Bia Rezende, Camila Ivo, Lucas Luciano, Piva Silva, Sidnei Caria, Silas Caria e Yasmin Olí. Direção de Arte e Figurinos: Sidnei Caria Confecção de Cenografia, bonecos e adereços: Maracujá Laboratório de Artes (Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria) Música Original (letra): Michele Iacocca e Sidnei Caria Melodias: Sidnei Caria e Fernanda Maia Música Incidental Cena Sonho/Pesadelo: Ronaldo Liano Iluminação: Marisa Bentivegna Preparação Corporal: Lucas Luciano Coreografias: Camila Ivo, Lucas Luciano e Sidnei Caria Confecção de figurinos: Tetê Ribeiro e Cidinha André Soluções Técnicas Audiovisuais: Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria Técnico de Som: Aragonesco, Fernando Cavalcante e Lays Somogyi Técnico de Luz: Roseli Marttinely e Maurício Mateus Coordenação de Produção e design gráfico: Camila Ivo Produção: Vivian Oliveira e Tetê Ribeiro Fotografias: Cacá Diniz Realização: Maracujá Laboratório de Artes, Laboratório de Artes Produções e Cidade de São Paulo - Cultura Mais informações sobre o Maracujá Laboratório de Artes O nome Maracujá Laboratório de Artes foi escolhido pelo grupo porque resume sua proposta artística: a escolha pela “fruta da paixão” foi inspirada por um pé de maracujá que existia na sede da companhia, e representa a paixão do grupo em pesquisar novas possibilidades a cada trabalho, mesclando sempre diversas linguagens para tentar criar espetáculos tão singulares quanto sua flor, de beleza única. As palavras Laboratório de Artes reforçam essa vocação do grupo em ser um espaço de experimentação artística, que se inspira na contemporaneidade para suas criações. Fundado em 2005 por Sidnei Caria com a participação e apoio dos atores e bonequeiros Lucas Luciano, Silas Caria e Tetê Ribeiro, o Maracujá Laboratório de Artes vem consolidando desde então uma trajetória voltada à pesquisa em teatro para todas as idades e caracterizada por uma constante busca de seus integrantes (atores com formações e experiências diversas, que foram sendo agregados ao grupo ao longo destes 15 anos) em desenvolver experimentações em linguagens e técnicas variadas (teatro físico, teatro de animação, audiovisual, teatro de sombras, música, artes plásticas) com o objetivo de romper fronteiras entre as diversas linguagens artísticas, criando espetáculos que misturam diferentes referenciais estéticos ao mesmo tempo em que trazem ao público questionamentos pertinentes a realidade da criança atual. O grupo também atua nos bastidores, desenvolvendo cenografia, adereços, figurinos e bonecos para diversos grupos teatrais e eventos. O Maracujá Laboratório de Artes já realizou seis montagens: a coprodução As Aventuras de Bambolina, em parceria com a Pia Fraus Teatro (2008), Rabisco – um cachorro perfeito (2010), O Buraco do Muro (2013), E.Terra (2014), SPon SPoff SPend (2015 – espetáculo adulto) e Nerina - a ovelha negra (2017). Em 2020, iniciou processo de criação de dois novos espetáculos: Quim & Tal (espetáculo presencial) e Sonhei que era Gulliver (espetáculo online), ambos com previsão de estreia para 2021. O grupo já foi contemplado com diversos editais, como FUNARTE Myriam Muniz, CAIXA Cultural, SESI (Arte Educação, Viagem Teatral e Territórios da Arte), Prêmio Zé Renato, ProAC, entre outros. Participou de eventos como Virada Cultural, Mostra Melhores do Ano – São Paulo, Circuito São Paulo de Cultura, Circuito Paulista de Artes, Mostra SESC de Teatro de Animação e Festivais como FIT Rio Preto, Festival Internacional de Teatro de Curitiba, FitaFloripa, FILO (Festival de Teatro de Londrina), Festival de Férias do Teatro Folha, Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, FENTEPP (Festival de Teatro de Presidente Prudente), Festival de Arte para Crianças, entre outros. Participou da fundação do Galpão dos Lobos, um espaço cultural formado por companhias paulistanas de teatro para todas as idades, que recebeu menção honrosa do Prêmio APCA em 2017, pelo espaço de formação e resistência inaugurado no bairro do Ipiranga para o público de todas as idades. |
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